sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano


O Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano é um excelente treinamento sobre como se preparar de forma adequada para Concursos Públicos. Foi feito por quem entende do assunto e tem como diferencial a forma simples e objetiva como aborda os assuntos. Criado por Kalebe Dionísio, que é Recordista Brasileiro, sendo o Jovem com maior número de nomeações em concursos públicos federais. Com apenas 22 anos, foi aprovado e NOMEADO em 10 concursos federais. Este recorde foi homologado pelo RankBrasil, que é o Guinness Book Brasileiro. Kalebe também é o fundador do site www.fuiaprovado.com, um dos maiores sites especializados em concursos no Brasil, que desde 2013 vem ajudando a aprovar milhares de candidatos. O curso é composto por 31 videoaulas divididas em 12 módulos. Tem também um Módulo Bônus com muito material atualizado e de excelente qualidade.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Conheça o Guia Cardápio Low-Carb Platinum

Guia de refeições com 147 exemplos diários de pratos e alimentos adequados à dieta low-carb - comprovada em estudos científicos como superior para perda de peso e emagrecimento de maneira duradoura. Acompanham o livro também mais de 56 receitas baixas em carboidratos, além de ainda outros livros bônus focados: - 4 receitas especiais para café da manhã low-carb, - 4 receitas de sobremesas low-carb, - 7 receitas de sucos e smoothies low-carb, - 25 receitas de sopas e caldos low-carb. totalizando mais de 95 receitas exclusivas. Além disso, o kit também inclui uma lista de alimentos permitidos, moderados e proibidos, para que o leitor possa adaptar e montar seu próprio cardápio e realmente aprender como comer de maneira saudável em qualquer lugar que se encontrar.



Conheça mais aqui:  Cardápio Low Carb Platinum!

quinta-feira, 5 de julho de 2018

O que dizer da "PL do Veneno"?


No dia 25 de junho de 2018, enquanto as atenções do povo brasileiro estavam voltadas para a Copa do Mundo, a comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou por 18 a 9 votos o projeto de lei 6299/02, que se refere ao pacote de mudanças na fiscalização e controle de agrotóxicos no Brasil. O projeto exclui os ministérios da Saúde e o do Meio Ambiente do processo de análise e registro dos produtos, centralizando as atribuições apenas ao Ministério da Agricultura, libera licenças temporárias, sem passar pelos devidos testes, e também prevê que a análise dos produtos proíba apenas as substâncias que apresentem "risco inaceitável". Além disso, ainda sugere a liberação de registros temporários para agrotóxicos que ainda passarão por avaliação. Ou seja, poderão ser usados antes de serem liberados pelos órgãos reguladores. 

Esse PL flexibiliza a Lei dos Agrotóxicos, passando para ‘as mãos’ do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a liberação dessas substâncias químicas. Órgãos relacionados à saúde e ao meio ambiente ficariam como meros consultores, e seriam ouvidos apenas ‘quando necessário’. É bom lembrar que o MAPA é presidido por Blairo Maggi (autor do projeto e conhecido como “rei da soja”), que defende os interesses do agronegócio, obviamente. 

Apelidando de "PL do Veneno", ambientalistas, ativistas, celebridades e a oposição do governo alegaram que as mudanças aumentariam a quantidade de agrotóxicos nos alimentos, e só beneficiariam grandes empresas do agronegócio. 



"Os custos vão cair na saúde pública, que terá aumento de pacientes com doenças crônicas. Aumentar a quantidade de agrotóxicos na nossa comida só precariza nossa saúde e qualidade de vida. Não estamos prevenindo doenças, muito pelo contrário", criticou a toxicologista e pesquisadora do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Márcia Sarpa. Os principais efeitos que causam aos seres humanos, em linhas gerais, são: potencial cancerígeno, ativação de mutações e outros danos ao aparelho reprodutor e desregulação hormonal. 

O pacote é defendido pelo setor ligado ao agronegócio na Câmara como uma modernização das normas. Segundo o seu autor, o processo para avaliação e liberação dos agrotóxicos é muito caro e demorado e as mudanças beneficiariam principalmente o pequeno e médio agricultor. 

Com base nas informações acima, não é difícil escolher um posicionamento. Está claro que é uma medida com motivações exclusivamente financeiras que só trará prejuízos danos para o bem estar da população e encarecerá os produtos orgânicos, seguindo a lei de oferta e da procura.  Precisamos nos informar para buscar formas de impedir que ele siga em frente, com abaixo assinados e afins. Não dá para aceitar passivamente uma situação como essa!  

domingo, 27 de dezembro de 2015

Quando as desimportâncias choram...


O mundo se despediu de mais um de seus grandes artistas no dia 13 de novembro de 2014. Dono de uma sensibilidade bastante peculiar, Manoel de Barros deixa uma lacuna na Literatura Brasileira que dificilmente será preenchida. Louvava as coisas pequenas, a riqueza escondida nos detalhes quase imperceptíveis, onde a vida reluz com mais força.
Manoel Wenceslau Leite de Barros nasceu em Cuiabá (MT) no Beco da Marinha, beira do Rio Cuiabá, em 19 de dezembro de 1916, filho de João Venceslau Barros, capataz com influência naquela região. Mudou-se para Corumbá (MS), onde se fixou de tal forma que chegou a ser considerado corumbaense. Depois mudou-se para  Campo Grande (MS), onde vivia como advogado,fazendeiro e poeta.
Tinha um ano de idade quando o pai decidiu fundar fazenda com a família no Pantanal: construir rancho, cercar terras, amansar gado selvagem. Nequinho, como era chamado carinhosamente pelos familiares, cresceu brincando no terreiro em frente à casa, pé no chão, entre os currais e as coisas "desimportantes" que marcariam sua obra para sempre: "Ali o que eu tinha era ver os movimentos, a atrapalhação das formigas, caramujos, lagartixas. Era o apogeu do chão e do pequeno. A quinze metros do arco-íris o sol é cheiroso. E quem pode garantir que não é?” Seu primeiro livro foi publicado no Rio de Janeiro, há mais de sessenta anos, e se chamou Poemas concebidos sem pecado. Foi feito artesanalmente por 20 amigos, numa tiragem de 20 exemplares e mais um, que ficou com ele.
Nos anos 80, Millôr Fernandes começou a mostrar ao público, em suas colunas nas revistas Veja e Isto é e no Jornal do Brasil, a poesia de Manoel de Barros. Outros fizeram o mesmo: Fausto Wolff, Antônio Houaiss, entre eles. Os intelectuais iniciaram, através de tanta recomendação, o conhecimento dos poemas que a Editora Civilização Brasileira publicou, em quase a sua totalidade, sob o título de Gramática expositiva do chão.
Hoje o poeta é reconhecido nacional e internacionalmente como um dos mais originais do século e mais importantes do Brasil. Guimarães Rosa, que fez a maior revolução na prosa brasileira, comparou os textos de Manoel a um "doce de coco". Foi também comparado a São Francisco de Assis pelo filólogo Antonio Houaiss: Sob a aparência surrealista, a poesia de Manoel de Barros é de uma enorme racionalidade. Suas visões, oníricas num primeiro instante, logo se revelam muito reais, sem fugir a um substrato ético muito profundo. Tenho por sua obra a mais alta admiração e muito amor.
Manoel, o tímido Nequinho, se dizia encabulado com os elogios que "agradavam seu coração". Ele afirmava que seu processo de criação assemelhava-se “ao de quem lava roupa no tanque dando porrada nas palavras”. Anotava tudo.  Não tinha método nem métodos. Os relevos do insignificante.  A solidão de Vivaldi
O poeta foi agraciado com o “Prêmio Orlando Dantas” em 1960, conferido pela Academia Brasileira de Letras ao livro “Compêndio para uso dos pássaros”. Em 1969 recebeu o Prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal pela obra “Gramática expositiva do chão” e, em 1997, o "Livro sobre nada” recebeu o Prêmio Nestlé, de âmbito nacional. Em 1998, recebeu o Prêmio Cecília Meireles (literatura/poesia), concedido pelo Ministério da Cultura.
As obras deste grande poeta abrangem desde o mistério do infinito das coisas e objetos aparentemente banais até o espantoso universo das relações humanas e do homem com o meio ambiente.
Essa imersão mística no infinito da Natureza equivale a penetrar na própria interioridade, alcançar a consciência da liberdade e atingir o sentimento íntimo da vida, com o qual o homem teria consciência de sua unidade com os semelhantes e com a universalidade dos seres.
Em uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo em 1990, ele comentou toda a sua desilusão com as tendências que nos permeiam: No grande futuro, não sei o que seja, acho que o homem vai pedir pelo amor de Deus para conhecer uma árvore, um passarinho, um cavalo. Tenho medo que a ciência acabe com os cavalos, com a luz natural, com as fontes do ser. Aquela liberdade que o homem tem de se sentir livre para o silêncio das árvores não vai ter mais. O idioma não vai servir mais para celebrar. O ser não vai mais comungar com as coisas. A imaginação não vai mais desabrochar, porque os nossos desejos e fantasias serão realizados. O mundo vai ter outro cheiro. Salvo não seja.
Um homem que deixa de legado uma sensibilização para a riqueza inscrita no tempo para buscar a desaceleração dos referenciais tanto existenciais quanto imagéticos, rever e analisar diretrizes e prioridades. Chave para que o ser humano se redescubra em sua jornada pessoal rumo à magnitude da própria insignificância.
Gilson Salomão Pessôa é jornalista formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, com Pós Graduação em Globalização, Mídia e Cidadania pela mesma faculdade.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Poema para qualquer hora

Um vento doce vai recobrindo as montanhas de saudade, iluminado pelo sereno perfume de tuas lágrimas. Tua boca eclode terremotos escondidos em abraços disfarçados. Um oceano de gritos é distraído pelo seu olhar de soslaio, que desperta dúvidas enquanto convida um infinito de idéias marejadas em cálices perdidos. Sonhos recobertos de memórias entrelaçam desatinos quebrantados de sussurros desafogados.Assim teu semblante vai redescobrindo ternuras disfarçadas em dedilhados suaves de fragrâncias furtivas, calejadas de dissabores apaixonados. E tudo mais vai sendo lentamente sublimado em suspiros abafados por vapores despejados em baús despedaçados de outonos ultrapassados. Quem sabe o tempo irá dissipar todas as mágoas, cristalizadas em momentos instantâneos enquanto eternos, desperdiçados em palavras distorcidas, dilaceradas. Os sintomas permanecem guardados nas lembranças empoeiradas de anteontem.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Comemorando!


Fico imensamente feliz em dizer que a primeira tiragem está ESGOTADA! Agradeço do fundo do coração a todos que compareceram ao lançamento e me deram um voto de confiança comprando meu primeiro romance. Espero que tenham tanto prazer lendo quanto eu tive tecendo essas histórias. Seria um imenso prazer ter o feedback dos leitores,se possível. Quem tiver interesse e quiser adquirir, ele está disponível para venda no site da editora: